Acho que quem me acompanha seja pelo twitter, seja pelo blog, já notou que tenho uma leve obsessão por Audrey Hepburn (vide layout). E tudo isso começou há mais ou menos três anos, quando tive contato com o filme "
Breakfast At Tiffany's" (Bonequinha de Luxo) pela primeira vez. Ela, pra quem não sabe, interpreta Holly Golightly, a protagonista da história. Esse filme a tornou ícone tanto fashion quanto no cinema - onde já era bastante reconhecida (ela foi ganhadora do Oscar de 1954).
Você, mesmo que pense que nunca a viu ou ouviu falar, provavelmente já se deparou com a imagem abaixo. É clássica, e é do filme.
Quando fiz intercâmbio no Canadá, comprei um boxe com 5 de seus melhores filmes, e hoje parei para assisí-lo novamente. Sabe quando você termina de ver algo e sente vontade de gritar pela janela pra todo mundo assistir também? Rá! É o que eu senti hoje. Breakfast At Tiffany's é um dos melhores, certeza. É lindo, romântico, engraçado, e o melhor: mesmo sendo de 1961, é super atual. Audrey, aliás, é atual. É impossível, pelo menos pra mim, vê-la e imaginar que hoje, se estivesse viva, teria 80 anos! Sua beleza era desde já moderna, diferente.

Audrey era fina e chique mesmo com a roupa mais simples possível. Simplicidade, aliás, era meio que seu lema. Nos extras do DVD de Breakfast, há um depoimento de seu filho mais velho no qual ele diz que ela sempre falava "It's better to be the only one in a blazer at a black tie event than the only one in black tie at a casual event" (é melhor ser a única de blazer em um evento black tie, do que a única de black tie num evento casual). Confesso que imaginava totalmente o contrário. Pensei que ela fosse a pessoa mais vaidosa possível. É, classe é pra quem pode, não pra quem quer, não é mesmo?! Luxo puro.
Não é a toa que ela já esteve presente em milhares de layouts que eu já tive (inclusive no twitter). Sou fã mesmo. E quem entra no meu quarto também se depara com várias "Audrey's" por aqui. É calendário, imã, camiseta, lenço, botton, livro,
desktop. Nunca vou me esquecer da tristeza que senti quando encontrei um livro lindo sobre ela numa loja lá em Vancouver. Na hora a primeira coisa que me veio a cabeça foi comprar, mas ele era pesado, e seria um problema trazê-lo na mala. Por sorte o encomendei hoje na Livraria da Vila e ele deve chegar em até dois meses (êêÊ!)
Pra finalizar, deixo com vocês a minha cena favorita do filme, na qual Audrey canta "Moon River", música feita especialmente pra ela, e ganhadora do Oscar de melhor canção.
Em tempos em que a moda é chamar cantoras e celebridades de diva, eu diria que não há, e talvez nunca há de existir, diva maior que ela.