segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Fim de ano em Israel + feliz 2010


Último post do ano! Só pra falar que amanhã, 29/12, eu viajo pra Israel! Passarei o reveillon em Jerusalém, e depois sigo para Tel Aviv!
Quando eu voltar, daqui uns 15 dias, farei posts especiais sobre a viagem. Muitos vídeos e fotos virão por aí... ;)
Tentarei twittar de lá, então quem quiser ler, é só seguir: @luizat
Feliz 2010 pra todo mundo!
(sim, minha montagem ficou tosca, mas who cares? hehe)

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

O melhor panetone dos últimos tempos


Eu fiquei sabendo que a Havanna (marca de doce de leite argentina) tinha lançado um panetone ainda no ano passado. Faltava uns dez dias pro Natal quando eu sai à caça do maldito e só ouvia "já acabou", "esgotou", "só no próximo". Eis que o tão esperado "próximo" chegou e, espertos que são, aumentaram a produção esse ano. Dessa vez não foi difícil encontrá-lo. Difícil mesmo é parar de devorá-lo! Sério! E lá se foi mais um regime...Se bem que quem começa dieta nessa época do ano sabe que não vai dar certo, né?
Muitas pessoas não gostam de panetone por causa das frutas cristalizadas. Eu me incluo nessas, mas como mesmo assim, porque amo uva passa. Agora imagine um panetone sem as tais frutas e com um belo recheio do melhor doce de leite do mundo, o argentino? Juro, é sensacional! O melhor panetone dos últimos tempos! A melhor descoberta deste Natal. Acho que só perderia se a Kopenhagen lançasse um de Nhá Benta! haa :P
p.s.- as fotos podem não ilustrar a delícia que ele é. Mas acredite, é maravilhosooo! ;)
p.s.2- não, eu não ganhei nada da Havanna pra fazer esse post, haha! Ele é bom!
Feliz Natal! :)

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Só um pensamento...

A escola onde estudei dos 2 aos 4 anos virou um estacionamento logo depois que sai de lá.
O colégio onde terminei o ensino médio está se juntando a outros colégios judaicos e morrendo aos poucos. E isso em menos de dois anos desde que pisei lá pela última vez.
Tenho medo só de pensar no que vai acontecer com a minha faculdade quando eu me formar.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Os ídolos já não são mais os mesmos

É engraçado notar como o conceito de ídolo mudou de uns tempos pra cá. Antigamente era dotado de fãs aquele que tinha um talento excepcional na área em que atuasse, fosse cantando, interpretando, escrevendo, apresentando. Hoje não. Provavelmente com a ajuda da internet, qualquer um consegue se tornar famoso e ganhar um legado de fãs. E o mais bizarro: sem ter talento específico algum.

É o caso, por exemplo, desses colírios da Capricho. Eles, pelo que eu pude notar, são adolescentes normais. Não cantam, não dançam, não atuam, mas mesmo assim, têm milhões de fãs por aí, foram capa da revista, recebem presentes, dão autógrafos, e já são perseguidos por 90% das meninas entre 12 e 16 anos que os acham lindos, maravilhosos e perfeitos. Pesquisando para esse post, encontrei vários vídeos no Youtube de meninas se declarando como se eles fossem Deus. Uma chegou a escrever "vocês mudaram a minha vida, não sei como agradecer. [...] Dudu (um dos garotos), você é o amor da minha vida, você significa muito pra mim, te amo de verdade meu amor".

Eu não sei o que passa na cabeça de cada um depois de ler mensagens como essa, mas na minha o único pensamento que vinha era: "Como essas meninas podem idolatrá-los tanto?"
Bom, a resposta eu acho que é simples. Eles são meninos da faixa etária das leitoras da revista, têm vidas parecidas com as delas (entenda-se por: vão à escola, à festas, são menores de idade, etc), e passam praticamente a tarde toda no twitter falando com elas, que se derretem por um simples "eu amo vocês" que não demora a aparecer nas páginas desses "novos ídolos". Mas será que isso tudo justifica?

É engraçado notar a proporção que essa fama deles tomou. As meninas que se dizem apaixonadas por eles se declaram como se os meninos aparecessem na TV todos os dias, fizessem shows ou qualquer outra coisa do tipo. É estranho pensar que a única coisa que eles fazem é contar suas vidas - que são, basicamente, como a de qualquer outro garoto - no site de uma revista. É nessas horas que a gente vê o poder da mídia, e como ela consegue influenciar. Ou alguém acha que eles seriam "famosos" se contassem suas vidas em blogs pessoais?

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Eu e o videocassete

Eu não sei se todo mundo pensa assim, mas pra mim, parece que foi ontem que os dvd's começaram a surgir. Eu me lembro quando minha mãe comprou o aparelho e eu fui correndo na livraria Siciliano do Shopping Higienópolis (que na época era megastore) comprar vários. Era 2001, se não me engano, e eu achava o máximo trocar aquelas fitas VHS, que mais pareciam tijolos, por caixinhas fininhas e lindas. Me lembro, inclusive, de um em especial que me fez dar pulos de alegria por tê-lo comprado. Era o "Arista: 25 years of number 1 hits", que tinha a música que eu mais amava na época, I'll be missing you, do Puff Daddy.
Mas também não posso descartar essa fase cassete da minha vida. Eu tinha praticamente todos os clássicos Disney na estante, sem contar nos importados que vinham sem legenda ou dublagem alguma e eu me sentia super mal de não conseguir entendê-los. Era também muito chato ter de rebobinar a fita, mas situações como essa super me lembram minha infância. O último VHS que comprei acho que foi o do Titanic, que era duplo por conta da longa duração do filme e tinha que trocar as fitas quando uma acabava. Mico, né? E naquela época eu nem imaginava que um dia existiria outra forma de assistir filmes em casa...
Fora os que eu tinha, eu adorava alugar vhs na locadora (principalmente A Família Addams 1 e 2, que eu pegava TODA semana, para alegria da minha mãe), e vivia mexendo no video. Uma vez, inclusive, a televisão mega pesada caiu em cima de mim enquanto tentava mexer nele (depois foram semanas sem me mover direito por conta disso).
Isso dificilmente aconteceria hoje, claro. Mexer em aparelhos de dvd é bem prático, fora que para isso existe o controle remoto, né. Tenho certeza que esse será um dos fatos que contarei aos meus filhos e netos sobre como a mamãe/vovó vivia em sua época. Tá vendo, são histórias exclusivas que só videocassetes e os anos 90 proporcionavam. Tenho dó dessa geração 2000.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Queria ser Audrey Hepburn

Acho que quem me acompanha seja pelo twitter, seja pelo blog, já notou que tenho uma leve obsessão por Audrey Hepburn (vide layout). E tudo isso começou há mais ou menos três anos, quando tive contato com o filme "Breakfast At Tiffany's" (Bonequinha de Luxo) pela primeira vez. Ela, pra quem não sabe, interpreta Holly Golightly, a protagonista da história. Esse filme a tornou ícone tanto fashion quanto no cinema - onde já era bastante reconhecida (ela foi ganhadora do Oscar de 1954).

Você, mesmo que pense que nunca a viu ou ouviu falar, provavelmente já se deparou com a imagem abaixo. É clássica, e é do filme.


Quando fiz intercâmbio no Canadá, comprei um boxe com 5 de seus melhores filmes, e hoje parei para assisí-lo novamente. Sabe quando você termina de ver algo e sente vontade de gritar pela janela pra todo mundo assistir também? Rá! É o que eu senti hoje. Breakfast At Tiffany's é um dos melhores, certeza. É lindo, romântico, engraçado, e o melhor: mesmo sendo de 1961, é super atual. Audrey, aliás, é atual. É impossível, pelo menos pra mim, vê-la e imaginar que hoje, se estivesse viva, teria 80 anos! Sua beleza era desde já moderna, diferente.

Audrey era fina e chique mesmo com a roupa mais simples possível. Simplicidade, aliás, era meio que seu lema. Nos extras do DVD de Breakfast, há um depoimento de seu filho mais velho no qual ele diz que ela sempre falava "It's better to be the only one in a blazer at a black tie event than the only one in black tie at a casual event" (é melhor ser a única de blazer em um evento black tie, do que a única de black tie num evento casual). Confesso que imaginava totalmente o contrário. Pensei que ela fosse a pessoa mais vaidosa possível. É, classe é pra quem pode, não pra quem quer, não é mesmo?! Luxo puro.

Não é a toa que ela já esteve presente em milhares de layouts que eu já tive (inclusive no twitter). Sou fã mesmo. E quem entra no meu quarto também se depara com várias "Audrey's" por aqui. É calendário, imã, camiseta, lenço, botton, livro, desktop. Nunca vou me esquecer da tristeza que senti quando encontrei um livro lindo sobre ela numa loja lá em Vancouver. Na hora a primeira coisa que me veio a cabeça foi comprar, mas ele era pesado, e seria um problema trazê-lo na mala. Por sorte o encomendei hoje na Livraria da Vila e ele deve chegar em até dois meses (êêÊ!)

Pra finalizar, deixo com vocês a minha cena favorita do filme, na qual Audrey canta "Moon River", música feita especialmente pra ela, e ganhadora do Oscar de melhor canção.

Em tempos em que a moda é chamar cantoras e celebridades de diva, eu diria que não há, e talvez nunca há de existir, diva maior que ela.