sábado, 30 de janeiro de 2010

NYLON, ME CONTRATA?!

Se um gênio da lâmpada aparecesse hoje na minha frente e falasse pra eu escolher um local, em qualquer lugar do mundo, pra trabalhar, acho que não teria muitas dúvidas na hora de responder. NYLON MAGAZINE, OF COURSE!

Eu leio a revista há quase dois anos, e desde então, acompanho o site também, e diria que foi amor à primeira vista. A NYLON, fundada em 1999, é uma publicação americana que fala de moda, beleza, música e cultura pop.

Ela nasceu por um desejo de Marvin Jarret (vulgo o editor-chefe, à esquerda), de criar uma revista jovem de moda que não fosse controlada por uma grande editora. Ele não queria criar a maior revista, e sim a mais legal. E não é que conseguiu? Prova disso é que desse projeto já nasceram a NYLON Guys, NYLON México, NYLON Japão e NYLON Korea.

Ah, e sabe um dos significados do nome? Simples: NY+LONdon! É, ela é supermoderninha e antenada, e além de eu curtir praticamente tudo que ela publica, tem outra razão pra eu desejar, do fundo do meu coração, trabalhar lá um dia: a redação fica em Nova York, mais precisamente no Soho, um dos bairros mais legais da cidade.

Segundo o Google Street View, é nesse prédio ao lado que fazem a revista. Imagina eu entrando ali todos os dias? :P
Viver rodeada de gente moderna, estilosa, escrever sobre assuntos bacanudos, morar na big apple e andar pelas ruas com um copo de Starbucks (vestindo aqueles maravilhosos sobretudos estilosérrimos) deve ser a coisa mais perfeita do mundo. Bem coisa de comédia romântica de filme americano, né?

Outra coisa legal da NYLON é que eles fazem edições especiais, também. Então volta e meia tem a "TV ISSUE", "MUSIC ISSUE" e por aí vai. Música, aliás, é uma coisa que eles levam bastante à sério. Tanto é que fazem o NYLON Music Tour, que é uma série de shows com artistas "indies" por várias cidades dos EUA e Canadá. Fora isso, também tem as playlists suuuuper cool que eles disponibilizam de graça no Itunes. Eu baixei esses dias e adorei.

As pessoas que trabalham lá realmente entendem do que fazem. As seções de moda e beleza são ótimas. Daquelas que dão vontade de comprar tudo. Ou pelo menos recortar a página e deixar perto, pra servir de inspiração, sabe?

a galera trabalhando na redação da revista

Pra ficar mais perto deles, ou acompanhar o que está rolando/vai rolar na revista, não dá pra deixar de acessar o site e o twitter deles de hora em hora. Eles atualizam o blog praticamente todos os dias, e às vezes até mais de uma vez. Sempre tem dicas de música, moda, programas de TV, sites, promoções (que pra gente no Brasil não faz muita diferença, infelizmente... :/), acessórios e etc. O Twitter deles também está sempre atualizado. Ler essas coisas só dá mais vontade de sair correndo de casa, pegar o primeiro avião pra New York e me jogar lá nesse edifício simpático que eu mostrei lá em cima. Ainda mais quando eles twittam mensagens como essa daqui, de dois dias atrás:

eu quero! :S

Pra quem nunca leu a NYLON e tá a fim de conhecer a revista (mas não quer desembolsar uma graninha), acesse o site, porque sempre tem matérias legais que eles disponibilizam online.
E pra quem gosta de ver fotos de redações de revista, aqui nesse link tem mais algumas do editor-chefe e do local onde fazem a NYLON - aka meu futuro local de trabalho [/sonha].

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

A história entre um smartphone e uma pessoa

Meu primeiro contato com smartphones foi há dois anos, quando morava no Canadá. E foi um contato bem ridículo mesmo: eu passeando pela BestBuy e uma série de BlackBerry espalhados pela loja. Naquela época, acho que pouca gente tinha esse aparelho no Brasil, e até lá pelo primeiro mundo não era tão comum encontrar pessoas com um no bolso (digo, não como é hoje). Pra você ter uma noção, nem eu, que sempre curti essas novidades tecnológicas, me vi com vontade de comprá-lo.

Alguns meses depois, o tio Steve Jobs lançou o Ipod Touch, e esse, confesso, me despertou o interesse. Certo dia, voltei lá na BestBuy e garanti o meu. Cheguei em casa literalmente com essa cara :O, estava achando o mááximo ter um aparelho daquele tamanho que tocava música, entrava na internet e abria e-mails. Lembro até que eu chamei minha mãe na webcam pra mostrar pra ela que eu conseguia acessar meu blog por aquela coisa lindinha que a Apple teve a brilhante idéia de lançar. Foi amor à primeira vista mesmo.

No Canadá eu andava com ele pra cima e pra baixo. Acho que nem preciso comentar que lá eu podia carregá-lo na mão sem ter medo de ser assaltada. Eu passava o trajeto todo de ônibus da escola até a minha casa assistindo vídeos nele. Era muito bom. Mas aí eu voltei pro Brasil e tive que começar a escondê-lo, né?
Daí a febre dos smartphones chegou no Brasil. Até a minha mãe, que eu tinha certeza que não ia se dar bem com um Blackberry, já estava melhor amiga do aparelho. Eu também queria um, e consegui na Claro um Nokia E71 de graça. Ele era legal, acessava e-mails e tal, mas não tinha praticamente aplicativos e nem twittar direito eu conseguia. Então eu levava meu Ipod Touch para todos os lugares, afinal, a única coisa que ele não fazia era ligar e tirar foto, o que eu conseguia com meu Nokia. Digamos que um complementava o outro - mas seria ótimo ter um que fizesse tudo isso, né...

E eis que semana passada realizei esse meu desejo.

E a minha cara ao chegar em casa com aquela caixinha foi a mesma de dois anos atrás: =O. É o máximo poder acessar e-mails, internet, twittar, tirar fotos, ouvir música e, vejam só, até ligar de um mesmo aparelho. Estou apaixonada.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Quando bate aquela falta de assunto...

Por mais que muita gente fale que "ter blog é escrever quando quiser, como quiser e sobre o que quiser, sem obrigações", na prática não sei se funciona mesmo assim. É lógico que ninguém faz do seu espaço virtual algo que não curte, até porque, isso não faria sentido. Mas é inevitável, pelo menos pra mim, não sofrer ao vê-lo paradinho quando estou sem assunto para um post. Eu me sinto meio que na obrigação de achar algo pra postar. E às vezes não é uma tarefa fácil...
Funciona mais ou menos assim: eu ligo o computador (quando ele já não está ligando, obviamente), faço a minha rotina online (e-mail, twitter, notícias, facebook e orkut), entro no blog e fico olhando para ele. Olhando, olhando, olhando. Aí olho mais um pouquinho, mexo na rolagem, vejo os links, e volto a ler meu último post. Nenhuma idéia? NADA. Daí eu visito alguns blogs, olho meu quarto, minha mesa, penso no que fiz nos últimos dias. Nenhuma idéia? NADA. Daí eu desencano, com a certeza de que algo genial vai aparecer na minha cabeça e eu vou fazer o post mais bombado da blogosfera. Isso não acontece, claro, e eu desisto. Deixo para outro dia.
Aí o outro dia chega. Milhões de idéias a longo prazo atingem minha mente. "Nossa, vou qualquer hora lá naquele lugar, vou tirar fotos, entrevistar e postar. Vai ser irado!". Ou então "Putz, bem que eu podia ter filmado ou tirado fotos daquilo. Ia dar um post legal. Ah, fica para uma próxima". Mas nada, nadinha que eu possa escrever naquela determinada hora me aparece. "Como que algumas pessoas conseguem assuntos novos todo dia?", penso - e logo não posto.
E é mais ou menos assim que estou desde ontem. O contexto externo também não ajuda muito: feriadão em São Paulo, chuva até não aguentar mais...Ter assunto para postar era tudo que eu queria - e não tinha. Droga. Daí, como quem não quer nada, twittei esse meu problema e recebi a seguinte reply:
E o resto vocês já sabem.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

E Luiza vai à Israel



Que viagem incrível! Eu já esperava que fosse gostar de Israel, mas voltei de lá apaixonada pelo país. Sério!


Para todos aqueles que imaginam Israel um país ultrapassado e com guerras a olho nu, engana-se totalmente! Confesso que eu imaginava outra coisa de lá também, e me surpreendi. O país é moderno, bonito, alegre, e não se vê nada daquilo que aparece na televisão, como homens bomba, tiros e etc.

A viagem começou em Jerusalém. Que cidade linda! Ao andar pela cidade velha, você se sente dentro de um filme. O cenário é lindo, e cada coisa ali tem história. É demais! Visitamos museus, pontos turísticos e, é claro, o Muro das Lamentações - a parte mais emocionante desses 10 dias que passei por lá. Um detalhe mais legal ainda é que o visitamos no dia 31/12/2009, ou seja, acho que não tinha dia melhor pra ir lá, agradecer e fazer pedidos.

Ver o Muro, e ver as pessoas rezando é de deixar qualquer um arrepiado. E ainda por cima tivemos a sorte de ver uma cerimônia dos soldados cantando o hino em frente ao Muro que foi de emocionar!

Nesse mesmo dia, tivemos a festa de Reveillon. Como lá o ano novo (rosh hashaná) é comemorado em setembro, o nosso reveillon é praticamente um dia normal pra eles. É por isso que eu digo que nem tive reveillon esse ano, rs. Fora a festa que fomos, de resto foi um dia normal. Nem no dia primeiro dava pra sentir algo de 2010.

Outro ponto alto da viagem foi a noite na tenda beduína, no meio do deserto. Foi incrível!! Nossos vizinhos de tenda eram os camelos, e antes de dormir ainda passeamos em cima deles! Essa noite, aliás, foi a mais curta. Dormimos às 1:30 da manhã e acordamos às 4:45 para subir Masada, uma montanha enoooorme que dá uma vista linda para o nascer do sol. Foi meeega cansativo! MEGA! Mas foi divertido.

Conheci também o famoso Mar Morto. Não, eu não entrei nele, mas coloquei meu dedo lá e deu pra sentir que é MUITO salgado e que arde todos os machucadinhos que você nem sabia que tinha!
Israel, como todo mundo deve saber, faz fronteiras com alguns países. Durante a viagem, vimos a Syria, Líbano e Jordânia. Na fronteira com o Líbano, aliás, fazia muuuuito frio, e eu fui super desprevenida. Olha o resultado:

Hahaha na hora foi triste, mas agora até dá pra achar engraçado! :P

Outro ponto que vale ressaltar é que durante 5 dias quatro soldados (duas meninas e dois meninos) do exército israelense acompanharam a gente. E não como soldados em si, mas como pessoas normais mesmo! Eles têm em média 21, 22 anos, e é incrível como são jovens como qualquer outro! Muita gente imagina, e até eu imaginava, que o povo de Israel vive num mundinho a parte, que são alienados, atrasados...A companhia deles serviu totalmente pra me provar o contrário. Uma com Iphone, outro louco por surf, e outra extremamente fashion (eu, inclusive, me inspirei várias vezes no estilo dela na hora de fazer umas comprinhas lá em Israel - a Zara de lá é maravilhoooosa e barata, btw! -.

Depois desses dez dias viajando por Israel, me arrisco a dizer que há dois países diferentes dentro de um. Um, é claro, é Jerusalém. A cidade é fantástica, lindíssima! Cada parede alí tem história, é incrível. Você percebe ao andar pela cidade que o estilo de vida ali é outro. As pessoas são mais religiosas, as ruas, casas e prédios são antigos. Mas lógico que também há vida moderna na cidade.


Já Tel Aviv é de outro mundo. É uma mistura de São Paulo e Rio de Janeiro, mas uma mistura que dá certo, sabe? É PERFEITA! Eu sai de lá apaixonadééérrima pela cidade! Tel Aviv é moderna, tem praias lindíssimas, pessoas estilosas...enfim, tem um clima ótimo! Quando digo que nem parece estar em Israel, é porque ela não tem nada de religioso. Até o Shabat, que é realizado às sextas-feira, não é respeitado por lá. É um outro público, outro espírito. É demais!

Bom, como prometido, fiz vááários vídeos por lá! E tô editando aos poucos e colocando no youtube. Já coloquei os dois primeiros episódios, olha lá:


;)