domingo, 28 de março de 2010

O melhor ovo de Páscoa dos últimos tempos

Eu já falei aqui sobre o melhor panetone de todos os tempos, e agora chegou a hora de falar do melhor ovo de páscoa que já inventaram nessa humanidade. O ovo Nhá Benta da Kopenhagen vale cada centavo e cada caloria também. Era óbvio que a mistura entre chocolate e mashmallow daria certo, e esse ovo é simplesmente a melhor coisa da Páscoa na minha opinião - eu não comemoro a data, então me aproveito das delícias que lançam nessa época só para engordar mesmo... ¬¬ .
Por favor, sintam a maravilha que ele é:
Feliz Páscoa! (um pouco adiantado, mas tá valendo!)

sábado, 27 de março de 2010

Descobrindo músicas novas

Quando eu descubro uma banda ou música e me apaixono por ela, meu primeiro desejo é que todos a conheçam também. Porque sim, eu sempre acho que minhas músicas favoritas são as melhores do mundo, e inclusive acho estranho quem não as curte. Já escrevi várias vezes, tanto no twitter como no blog, que amo de paixão Patrick Watson, Damien Rice, a música I Try da Macy Gray e Everything do Michael Bublé, e mesmo assim, sei que são poucos os que procuraram ouví-las e as curtiram também. Patrick Watson, então, nem se fale. Não conheço ninguém (pessoalmente e aqui no Brasil) que curta as músicas deles. Isso me frustra um pouco, mas beleza (vocês não sabem o que estão perdendo, tá?).

E daí que ontem, como quem não quer nada, entrei na parte musical do jornal inglês The Guardian pra ver quem estaria na seção "Nem band of the day", na qual, obviamente, eles indicam uma banda nova. A dica de ontem era o grupo Pearl and the Puppets, de Kirkintilloch, Reino Unido.
Pelo que eu andei pesquisando, eles ainda não têm CD (este será lançando lá fora no dia 3 de maio), mas enquanto isso, dá pra ouvir as músicas pelo MySpace da banda, e é o que eu tenho feito desde ontem, by the way. No texto publicado no The Guardian, eles comparam o som do grupo a Kate Nash e foi isso que me fez me interessar pelo som deles. Eu adoro Kate Nash, ela me traz muitas boas lembranças, e por isso de cara pensei que pudesse gostar de Pearl and the Puppets também. A voz de Katie Sutherland, a vocalista (sim, é uma mulher quem comanda a banda) é muito bonita e gostosa de ouvir. Engraçado, antes eu não era muito fã de vocais femininos, mas hoje até quem tenho me interessado por eles.

Das músicas disponíveis no MySpace, minhas favoritas já são Because I Do, Make me Smile e Lower Ground. Make me Smile, vale dizer, está no anúncio da Victoria's Secrets nos Estados Unidos, e Katie, ao invés de cobrar pelo uso da música, pediu que a empresa lhe enviasse lingeries. Bem coisa de banda independente, né.

Bom, assim como o The Guardian, eu também recomendo a banda. Não sei se eu a compararia com o som da Kate Nash, quando ouvi Pearl and the Puppets pela primeira vez, me lembrei logo de cara da Ingrid Michaelson e da Regina Spektor, porém com um som mais animado. Enfim, pra quem curte uma dessas duas cantoras, acho que vai curtir a banda também.
Só espero que Pearl and the Puppets não entre para a minha lista de música que eu curto, mas quem ninguém mais gosta, né...

p.s. - acabei de achar um cover que eles fizeram para Use Somebody do Kings of Leon que ficou ótimo!
p.s.2 - ok, agora eu apaixonei mesmo. Tem cover deles para 9 Crimes do Damien Rice também.

terça-feira, 23 de março de 2010

Fotografando na aula de fotojornalismo

É na aula de fotojornalismo que eu consigo praticar um pouco a minha recente mania por fotografia (já comentei sobre ela aqui e aqui). Por sorte, esse semestre a gente já pode sair da faculdade com as câmeras profissionais que tem lá, e foi isso que eu fiz sexta-feira passada. A minha idéia inicial era fotografar janelas, mas no meio do caminho acabei resolvendo fotografar o que desse na telha, então tirei de outras coisas também.
Aí hoje eu levei o filme pra digitalizar e eis o resultado. Muito boa essa sensação meio anos 90 de não saber o que vai sair dos negativos - se a foto vai estar clara, escura, focada, desfocada, tremida...
Enfim, não tem nada demais nelas, são fotos normais mesmo, mas acho que pro começo tá bom, né? Da próxima vez tento fazer algo mais legal.
p.s. - fotos tiradas no bairro de Higienópolis, em São Paulo. Os doces são da padaria Benjamin Abraão.

sábado, 20 de março de 2010

A autoestima de Woody Allen

Woody Allen é provavelmente o cara com a autoestima mais elevada que eu já vi na vida. Não que eu o tenha visto, é claro, mas você entendeu. Ele é feio, baixinho, tem pouco cabelo, é magrelo, tem um nariz estranho, desde jovem tem cara de velho, e, mesmo assim, é sempre o galã de seus filmes. Aquele que faz sexo selvagem com todas as mulheres mais bonitas da cidade. Em Manhattan, meu filme favorito de sua autoria, embora tenha sido trocado por uma mulher (sim, a ex o troca por outrA), ele logo começa a namorar uma menina de 17 anos. Sua ex, vale dizer, era Meryl Streep - lindíssima quando jovem - . Logo em seguida, a menina de 17 anos já não o satisfaz e ele a troca por Diane Keaton - outra que era linda também quando mais nova.

Eu sempre tive essa impressão dele enquanto assistia seus filmes. Eu sei, ele é meio paranóico, faz análise há milhares de anos, todo mundo sabe que ele é louco e tal, mas poxa, não dá pra negar que se a autoestima dele não é elevada, ele tem muita auto-confiança pra não ter vergonha de se fazer de galã com aquela cara. E não pára por aí. Nos livros ele faz a mesma coisa. Tô lendo agora "Que Loucura!", um livro de contos que ele lançou depois de ter feito os filmes que eu já citei aqui, e adivinha se lá não tem um personagem que você claramente consegue imaginá-lo interpretando: um judeu de 24 anos narigudo, fanho, esquálido e que arrebata o coração não só da mais bonita da festa, como de sua mãe também. Ok, o mais óbvio a se pensar é que ele é um coitado e que só em seus filmes consegue ser o galã. Mas mesmo assim, onde estaria o senso do ridículo? Se ele pensa que é galã, que assim seja, então. Esse é Woody Allen.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Salinger, a saga

Era óbvio que a procura pelos livros do Salinger seria maior depois da morte dele. E era óbvio também que eles esgotariam. Como não pensei nisso antes, né? Na verdade, isso até chegou a passar pela minha cabeça, mas logo a idéia de que relançariam todas as suas obras chegou e eu acreditei fielmente nela. E me enganei, claro.

No final do ano passado, enquanto navegava pela internet à fora, li uma resenha muito legal sobre Franny e Zooey e logo fiquei com vontade de lê-lo. Na mesma hora, o procurei nas lojas online da Saraiva, Fnac, Cultura e afins e nada do livro. A única coisa que eu via ali eram várias versões de O Apanhador no Campo de Centeio - para felicidade de quem nunca leu essa obra prima, e tristeza de quem quer ler mais do autor. Bom, desencanei naquela noite e decidi que procuraria nas lojas físicas mesmo. Acontece que logo em seguida eu fui pra Israel e deixei essa ideia um pouco de lado. Não passou nem um mês e o Salinger morreu.

Choquei. Foi aí que aquela brilhante idéia do primeiro parágrafo apareceu. "Agora sim vai ficar mais fácil de achar os outros livros dele!", pensei. Voltei a pesquisar na internet e nada de achá-lo. Agora, pior ainda, nem O Apanhador no Campo de Centeio tinha. Claro, né, Salinger é muitas vezes sinônimo de O Apanhador, e em muitos jornais, só ele foi citado nas matérias sobre a morte do escritor. Nada mais justo, então, das pessoas procurarem exatamente este.

Fui na Livraria Saraiva, fui na Livraria da Vila, e em todas ouvi um simpático "não tem" dos vendedores, quando perguntados sobre Franny e Zooey. É, aquilo já estava virando uma saga. Não podia ser tão difícil assim comprar um livro! E tudo começou a melhorar 1 mês e alguns dias depois, quando um professor da faculdade mandou a gente ler um conto do Salinger.

Um dia ideal para os peixes-banana. Esse é o primeiro conto do livro Nove Estórias. Confesso que fiquei bastante animada quando ouvi ele indicando o Salinger pra gente. Ler um texto dele pra faculdade não seria nenhum castigo. O castigo, eu imaginei, seria achar o bendito. Bom, pra sorte da galera, ele disponibilizou cópias do conto, mas eu senti que aquele não era o caminho pra mim. Veja bem, eu acredito em destino, e levando em conta toda a saga pela qual eu já estava passando, não custaria acrescentá-lo, junto a Franny e Zooey, à minha busca. E foi o que eu fiz.

Saindo da aula, fui na Livraria Cultura da Avenida Paulista disposta a levar o que tivesse lá.
- Onde estão os livros do Salinger? - perguntei à primeira vendedora que encontrei
- Em que língua?
- Hmmm...pode ser em inglês ou português.
- Acho que só vou ter em inglês mesmo. Venha comigo - ela disse.
Chegando na estante, só dois livros eram do Salinger. Um, claro, era O Apanhador. O outro, pra minha sorte, era Nove Estórias. Encontrá-lo assim, fácil? Uau, aquele parecia ser meu dia. Aproveitando a boa maré, perguntei sobre Franny e Zooey.
- Hmm, se não tem aqui na estante dos livros em inglês, não tem. Agora que o Salinger morreu, eu recebo 200 livros dele e em dois dias todos já foram vendidos. Antes eles ficavam um tempo nas estantes, mas agora, nada. - me falou a vendedora.

Sim, era óbvio. Quem não lucra quando morre, né? Dãã! Bom, eu não podia reclamar. Já tinha achado um livro, mesmo que em inglês. Me dirigindo ao caixa, resolvi dar uma olhada geral na livraria. Pra quem não a conhece, a Cultura da Avenida Paulista é simplesmente o paraíso dos livros. É enorme, cheia de pufes coloridos e muitas pessoas lendo ou dando voltas pelo local. Já era tarde e eu não podia ficar muito tempo por lá, mas resolvi dar uma passeadinha. Foi quando encontrei um vendedor disponível e, como quem não quer nada, perguntei se ele não tinha mesmo o maldito livro que eu estava procurando tanto.

- Franny e Zooey? Hmm, quase certeza que tenho sim.
- AHN? Tem mesmo?? Sério? Eu perguntei pra outra vendedora e ela disse que não tinha!
- É, pois é...Os livros do Salinger têm saído muito rápido! E faz um tempinho que não recebemos reposição. Mas se eu não me engano, vi ele hoje na estante. Vamos lá.
Eu só faltei cruzar os dedos enquanto me dirigia com o vendedor à estante. Pra minha aflição, quando chegamos lá, ele não achou o livro. Olhou umas três vezes e nada. "É...acho que já levaram", ele me disse. Bom, tudo bem né...fazer o quê. Eu já estava agradecendo-o e indo pagar o Nove Estórias, quando escapou da boca dele um "Ôpa! Olha quem tá aqui!". Sério, ele falou desse jeito.

E eu sai feliz da vida da Livraria Cultura.
p.s. Hoje ele já está disponível pelo site e toda a saga poderia ter sido um tanto mais curta. Mas faz parte.

quarta-feira, 10 de março de 2010

O pior dia da minha vida naquela semana

Tudo começou às 8:45 da manhã daquela terça, 23 de fevereiro. O meu desânimo apareceu logo quando o despertador tocou. Eu tinha inglês às 10 horas, e para não ficar com aquela cara de sono na hora da aula, resolvi que acordaria mais cedo. Bom, acordei, e lógico que de mau-humor. Aliás, pensando bem, aquilo não estava nem perto da Luiza mal-humorada que viria a seguir. E ela não demorou muito a aparecer. Foi só eu abrir a janela do quarto para tudo piorar: o Sol brilhava lá fora. O Sol brilhava muito lá fora. As pessoas na rua estavam praticamente de biquini. E eu nem precisei colocar o braço pra fora pra sentir aquele bafo quente vindo em minha direção. Essa sim, meu povo, era a Luiza de mau-humor.

Sai do quarto bufando e me dirigi ao banheiro para fazer todo aquele ritual da manhã que todo mundo faz. Na minha cabeça, só pensamentos como "o que eu ainda faço nesse país tropical? Acordar já suando de calor não é vida, pelo amor de D'us!". Fui, então, dar uma geral na sala (minhas aulas de inglês são particulares, ou seja, acontecem em casa, mais precisamente na sala), e tive logo a visão do inferno. O Sol estava batendo MUITO na mesa, no sofá, enfim, em todo o cômodo. Ah, quero deixar bem claro que se isso fosse num sábado, acharia a cena linda, ok? Mas não, era terça-feira e eu ainda tinha um longo dia de faculdade, inglês, e uma sinusite que estava com a corda toda. E como se já não bastasse isso, uma bela manhã de mais ou menos 35 graus lá fora.

Bom, não ia dar mesmo pra fazer a aula na sala. Eu faço aulas de conversação só, então imagina o papo que eu teria com o professor? "Hey, teacher, I'm melting! I'm melting! Teacher, I'm melting!" Não daria, né. Daí surgiu a idéia de fazer a aula no meu quarto. Dei uma ajeitada nele, arrumei a cama, me arrumei, bebi alguns litros de água (ok, essa parte é mentira) e liguei o ventilador no máximo. E o coloquei de um jeito que ficasse bem na minha cara (quem estiver com sinusite, faça isso! not).

O mau-humor, é lógico, continuava lá, com força total. Claro que durante a aula eu tentei disfarça-lo, afinal, ninguém merece uma Luiza mal-humorada. E, olha só, eu falei "I'm melting", mas nem foram muitas vezes.

A aula acabou às 11h30, e além de me arrumar para a faculdade, eu ainda tinha que almoçar. Quem sente fome nesse calor? É impossível. E pensar em almoçar sem fome e depois ainda ir até a Avenida Paulista e pegar um ônibus lotado de gente suada (o que também significa cheio de afeto, porque todo mundo se encosta lá, né) era demais pra mim. Acho que se alguém encostasse em mim naquele estado, eu xingava até a terceira geração da pessoa. Resolvi, então, poupar o mundo exterior da minha pessoa naquele dia e fiquei em casa.

Mas não pense que isso melhorou meu humor. Não...Isso não aconteceria tão facilmente. Veja bem, eu ODEIO calor. E se já não bastassem aqueles mil graus na rua, na TV ainda estava passando as Olimpíadas de Inverno. E se bem me lembro, nevava muito em Whistler naquele dia. Há dois anos eu estava lá no Canadá passando frio. Hoje a situação era totalmente inversa. E isso não me deixava nada feliz. É claro que passei a tarde inteira fazendo planos de como sairia do Brasil. Porque isso eu quero mesmo, e em dias de calor essa passa a ser a minha maior prioridade nessa vida.

Se já não estava tudo indo mal naquele maldito dia, eu resolvi ir à padaria no meio da tarde para tomar um suco de açaí. Quando estive no hospital, o médico disse para eu nem pensar em tomar sorvete ou nada gelado enquanto estivesse tratando a sinusite. Mas poxa, ele com certeza abriria uma exceção, né?

Passei os 10 minutos mais felizes daquela terça me deliciando com aquele suco de açaí geladinho e refrescante. Aí chegou o 11º minuto e minha cabeça começou a gritar. E muito. Juro, o efeito colateral apareceu muito rápido. Aí a falta de ar se fez presente também. E eu só conseguia pensar "que por## é essa que tá acontecendo? Murphy, eu nunca disse que te odiava! Por que fazer isso comigo?"

Voltei pra casa com a cabeça mais pesada que um saco de batatas. Tomei remédio, desliguei o ventilador (snif, snif) e tentei me distrair de algum jeito. Felizmente aquele dia chegara ao fim e eu sobrevivera. Não foi a toa que no dia seguinte eu cheguei na faculdade e falei que aquela terça tinha sido o "pior dia da minha vida....(pausa: eu não poderia ser tão dramática assim. Por mais sofrido que o dia tinha sido, as pessoas ali não entenderiam. Então eu continuei)...naquela semana". É, foi o pior dia da minha vida naquela semana.

Aí, eis que semana passada São Pedro nos presenteia com 5 dias maravilhosos de friozinho, chuva, e aquela São Paulo cinza que me faz muito mais feliz. E como nada é perfeito, ou melhor, como alegria de pobre dura pouco, tudo acabou no domingo. Se você entrar agora no Climatempo, verá a seguinte previsão:

Eu sei, nem está tão ruim assim. E eu sei, se você for do Norte, Nordeste ou até mesmo do Rio de Janeiro ou do Rio Grande do Sul, onde o calor também é tenso, vai me falar que isso não é nada perto dos 40 e poucos graus que vocês já tiveram. Mas veja bem, estou traumatizada. E ver a temperatura subindo assim me dá calafrios. Deve ser o medo do déjà vu batendo na porta.

domingo, 7 de março de 2010

As capas de revista da Audrey Hepburn

Acho que não é segredo pra ninguém que a Audrey Hepburn é minha musa de todos os tempos, né? Eu, que já estava louca por um livro sobre ela, ganhei ontem (valeu, mãe!) um mais do que perfeito pra mim - estudante de jornalismo e fanática pela atriz. O Audrey Hepburn International Cover Girl, do Scott Brizel, traz praticamente todas (se não todas) as capas de revista em que ela saiu. E como o nome já diz, são capas do mundo inteiro. Tem capas de revistas do Japão, França, Itália, Israel, Espanha, China e enfim...de todos os continentes. E tem do Brasil também!

O mais legal é que as capas estão divididas em épocas da vida da Audrey. Então as revistas que saíram quando ela estava divulgando o Breakfast at Tifanny's estão separadas das capas de quando ela já tinha feito Funny Face e por aí vai. E outro ponto positivo vai para o fato de que o livro traz textos sobre a vida dela também, ou seja, além de várias imagens, tem a biografia da atriz. ESTOU COMPLETAMENTE APAIXONADA POR ELE!

Aqui vão algumas capas que eu escaneei:

(a japonesa Motion Picture Times, 1963)
(a brasileira O Cruzeiro, 1956)
(revistas do Japão, EUA, Bélgica, Israel e França - 1961/1962)
(Teenage Beauty, EUA, 1957 - a minha favorita!)
(revista Elle francesa, 1993)
(a brasileira "Sedução" em 1962 - a segunda da esq. pra direita)
(quando ela morreu, em 1993)

Enfim, tem várias outras capas lindíssimas também. Recomendo pra todos que, assim como eu, são Audrey-Hepburn-maníacos. É um belo livro para decoração - além de ser facilmente devorado por aqueles que amam a atriz.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Grey's Anatomy e a decepção

Há uns dois anos eu descobri o que é ser viciada em uma série. Mas viciada mesmo, daquelas que dorme pensando no enredo, acorda e a primeira coisa que faz é sair atrás de episódios novos, e lê tudo sobre o tal seriado na internet. E foi Grey's Anatomy que me ensinou tudo isso.
Eu comecei a assistir Grey's logo que voltei do Canadá. Minha série favorita até então era Beverly Hills 90210, e como a Sony a reprisava todo dia às 11 horas da manhã, eu assistia. E quando acabava, deixava a TV ligada no canal, por pura preguiça de apertar o controle remoto. Como minha rotina naquela época não era nem um pouco lotada, eu ficava na cama com o laptop no colo ouvindo o que estava passando na TV, e pra minha sorte, o programa que vinha logo em seguida tinha uma trilha sonora muito boa. Aliás, muito boa não...FANTÁSTICA. E isso, claro, me chamou total atenção. E era Grey's Anatomy.

Me lembro da cena como se fosse hoje. Eu na cama, lendo alguma coisa na internet, quando comecei a ouvir The Great Escape. E não era do meu computador. Na hora, achei que estivesse ouvindo errado. Pra quem não sabe, The Great Escape é uma música da banda canadense Patrick Watson, um grupo que tem um som meio diferente (as pessoas os caracterizam como indie), e que não são muito conhecidos fora da América do Norte e Europa. Eu tive a sorte de conhecê-los graças a uma professora no Canadá que me indicou a banda, e de cara me apaixonei demais pelo som (tanto é que até hoje eles são meus favoritos). Só esse fato já fez eu olhar o que estava passando na TV com outros olhos, afinal, sabe quando você se identifica muito com algo, e sente que aquilo tá sendo feito pra você? Então.

Se já não bastasse esse acontecimento, no dia seguinte tocou Damien Rice no episódio. Damien Rice! O meu cantor favorito de todos os tempos. Ahh, aquilo só podia ser brincadeira com a minha cara, né? Parecia um sinal. É, não tinha jeito. Eu tinha que começar a assistir Grey's Anatomy. E assim foi. Naquele dia mesmo, baixei as duas primeiras temporadas e me isolei do mundo naquela semana. Já estava viciada.

(eu perguntei, via twitter, para a Shonda Rhimes, roteirista chefe de Grey's Anatomy, quem escolhia as músicas do seriado. E ela respondeu!)

Como naquela época já havia na internet as quatro primeiras temporadas, eu tinha muito episódio pra assistir, e devorava todos. Até que cheguei na quinta e tive que começar a acompanhar semana por semana, junto com os EUA. Isso foi uma novidade na minha vida. Eu sou muito ansiosa, e morria sempre que acontecia algo tenso no episódio e me faziam esperar até o próximo pra ver o que aconteceria...Quando chegou a season finale, então! Nossa, parecia que era algum parente meu que estava entre a vida e a morte. E sim, sou exagerada mesmo.

Daí, aquele recesso que eles fazem chegou, passou, a sexta temporada começou, e tudo desandou. Os episódios ficaram chatos, novos personagens sem graça entraram, a história perdeu o rumo e, enfim, a série ficou um saco. Tão saco que hoje já estou com três episódios atrasados, e isso nunca aconteceria se ela estivesse boa como nos velhos tempos...
É...se tem uma coisa que a Shonda sabe fazer, é perder o ritmo de uma série boa. Grey's me fez ficar orfã de um programa favorito.

Fica o meu apelo: Shonda, traga (o bom e velho) Grey's Anatomy de volta!

p.s. - post que eu fiz no meu blog antigo sobre o grupo Patrick Watson
p.s.2- post que eu escrevi sobre Grey's Anatomy
p.s.3 - post que eu fiz sobre a season finale de Grey's Anatomy

terça-feira, 2 de março de 2010

Eu queria muito saber cozinhar....

...o problema é que eu simplesmente não levo jeito para isso. Acredite ou não, mas na maioria das vezes, nem o meu miojo fica bom. E a pipoca? Bom, ela queima. Sempre. E se eu não sei fazer (aliás, desde quando pipoca e miojo são feitos? Eles vêm prontos, né?) nem as coisas mais básicas da culinária, imagine as mais requintadas? E a propósito, são essas que eu gostaria de saber. Aí eu vejo foto dessas delícias e fico com mais vontade ainda. E inveja, claro, de quem sabe cozinhar essas gostosuras...
Eu nem gosto de doce, né? Muito menos de chocolate...
Quero comer tudo isso!