segunda-feira, 28 de junho de 2010

Curtas e diretas

Descobri esse ilustrador no Tumblr semana passada e fiquei apaixonada por seu trabalho. Além dos desenhos serem fofos, as mensagens são super-ultra-mega-hiper geniais. Eu ando numa fase de amar frases e ideias, e com o blog desse cara foi totalmente amor à primeira vista. Como ele já ficou meio pop e saiu em vários sites por aí e só permite que publiquem apenas 3 ilustrações suas, selecionei as que eu mais amei-amei-mesmo. Porque gostei de outras tantas também, mas aí deixo pra quem vier a ler este post ir atrás e favoritar as que mais gostar por sua conta e risco. :P

Pra começar a semana com coisa boa.



p.s. - a do meio é, até agora, a mais genial na minha opinião.

sábado, 26 de junho de 2010

Há uns oito anos eu comprava um CD...

Devia ser sábado ou domingo, eu devia ter uns 12 anos e estava no Shopping Higienópolis. Eu adorava comprar CDs e naquele dia decidi dar um upgrade no meu gosto musical - que basicamente se consistia do que passava no Disk MTV - e comprei um diferente. O estilo da música daquela banda não batia com os estilos que eu gostava, mas uma determinada faixa me chamava atenção e aquilo era tudo pra eu chegar na loja e pedir o tal cd. Lembro que o encarte daquele álbum me deixara um pouco constrangida. Na minha cabeça, não fazia muito sentido uma menina de 12 anos comprar um cd daquele tipo. Além do constrangimento, o arrependimento bateu logo em seguida por tê-lo comprado, mas a ação já estava feita e assim foi.

Não lembro de tê-lo escutado muito. A única música que eu gostava era essa daqui, e ela sim eu ouvia de vez em quando. É, de vez em quando. De qualquer forma, aquela compra foi um progresso. Ela valeria a pena um dia. E o tal dia chegou.

Essa semana, dando uma olhada na minha pilha de CDs, o encontrei. Pra ser sincera, nem lembrava que ainda o tinha, mas fiquei animada. Não sabia mais por onde andava a banda - se é que ela ainda andava-, mas na hora deu vontade de escutá-lo.

Oito anos se passaram. Qual seria a reação dessa vez? Devo dizer que foi 100% positiva. Daquelas que dão vontade de ter ainda mais. Oito anos se passaram e agora não é preciso mais ir à lojas para obter um CD. Abri o 4shared e baixei outro dos Strokes que também me agradou bastante. É, eu sabia que aquele constrangimento e arrependimento um dia valeriam a pena. Nada acontece por acaso, né, nem que pra gente se tocar disso seja necessário que se passem oito anos. As minhas favoritas? Last Night, óbvio, e Is This It. O outro CD da banda que eu baixei é o Room on Fire e até o momento, Reptilia é a que mais levou repeat no meu Ipod.

"Last night she said
Oh, Baby, don't feel so down
Oh it turns me off
When I feel left out
So I, I turned around
Oh, Baby, I'm gonna be just fine
It was a great big lie
Cuz I left that night"

sexta-feira, 25 de junho de 2010

férias! férias! férias!


Nada de aulas até o dia 2 de agosto. Delícia!
p.s.: Aproveitei pra mudar a cara do blog. O que acharam? Melhor? pior?

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Quando você pensa que vai assistir um filme até o final...

Com a estreia de Toy Story 3 nos cinemas, era óbvio que vários blogueiros de 20 e poucos anos postariam sobre o filme. Assim como a de muitos, Toy Story também marcou a minha infância, e, revendo o primeiro semana passada, meio que fiz uma bela viagem no tempo e relembrei até da certeza que eu tinha de que meus brinquedos faziam reuniões quando eu não estava presente. Ver uma continuação depois de tantos anos seria, no mínimo, interessante.

Era lógico que a minha ansiedade em ver o terceiro era tanta que eu fiz questão de ir logo na sexta-feira, dia em que o filme chegou aos cinemas. Vale dizer que essa seria a minha primeira experiência 3D - sim, pode soar caipira, mas mesmo morando numa cidade onde há um IMAX, eu nunca tinha ido.

Bom, sexta-feira chegou, ingressos garantidos, lá fomos eu e a Li, uma amigona minha, assistir ao filme. Colocamos nossos óculos, vimos o trailer, a animação que vem antes do filme e, finalmente, começou Toy Story 3. A história dessa vez se baseia na ida de Andy para a faculdade e o destino incerto de Woody, Buzz e cia. Até aí, tudo lindo.

Vê-los novamente foi, confesso, emocionante. Toy Story 3 parecia lindo demais. É, parecia. Li e ouvi que muita gente chorou durante o filme, que amou o final e etc, e aí que vem o problema. Eu não vi o final.

Faltando uns 30 minutos para o término do filme, o inesperado aconteceu. O filme travou. Cinemark #fail. Funcionários do cinema brotaram na frente da tela e nos avisaram que dali a 5 minutos tudo estaria resolvido. Beleza. Uns 10 minutos depois o filme voltou a passar. Eles voltaram um pouco até a parte anterior àquela que tinha travado e esperamos chegar até o ponto que seria novidade para todos nós. Estava quaaaase chegando quando, de repente, FUUU. Travou novamente, é claro.

Mais uns minutos se passaram até que a gerente do Cinemark brotou na frente da tela e nos avisou que não tinha mais jeito. É lógico que muitos gritaram que o filme era pirata e tal, mas enfim, não deu.

A solução que eles encontraram foi distribuir ingressos cortesia para que voltemos de graça para assistir ao filme um outro dia. E o saco em ter que ver praticamente tudo de novo? E o bode? Enfim. Espero que o fim de Toy Story 3 realmente compense. Caso contrário, o 1 será para sempre o meu favorito. E que situações como essa nunca mais ocorram, porque pelo amor de D'us...haja saco! E haja murphy!

Editado em 25/06 - Assisti ao filme ontem de novo e finalmente vi o final. Que coisa mais linda e emocionante! Super valeu a pena! A Disney soube finalizar uma trilogia da melhor forma possível. Acho que muitas crianças gostarão do filme, mas nós, a galera que aproveitou a infância nos anos 90, com certeza vai curtir muito mais. Lindo!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

A sociedade na qual uma imagem vale mais do que mil palavras

(O texto abaixo eu escrevi pra disciplina de Filosofia da faculdade. A professora pediu que elaborássemos, a partir da teoria de sociedade visual do filósofo Vilém Flusser, um texto para o público teen que vive no interior. Eu tentei resgatar meu espírito Capricho e escrevi isso que está logo abaixo...)

A sociedade na qual uma imagem vale mais do que mil palavras
Será que acreditar somente naquilo que vemos não é furada?

Imagine a cena: você está andando pela praça principal de sua cidade quando se depara com um rosto conhecido. Na hora, o refrão já vem na sua cabeça: “baby, baby, baby, ohhh”. Sim, é ele. Justin Bieber, o fenômeno pop mundial está passeando na sua pacata cidade.

Você pode nem gostar dele, mas poxa, imagine quantas meninas não a invejariam por este momento!? Não há outra coisa a se fazer a não ser fotografar a cena. Mas peraí, você pensou que não precisaria do celular para dar uma pequena volta na praça e o deixou em casa. E muito menos levou a câmera digital. E agora? Chegar no Twitter falando que viu Justin Bieber na sua cidade sem uma imagem do acontecimento é a mesma coisa que nada. É…você pode até ter visto o ídolo teen na mesma praça que frequenta, mas sem ter uma foto pra provar, é como se nada tivesse acontecido, porque ninguém acreditaria em você.

Ok, talvez esse exemplo do Justin Bieber tenha sido uma viagem, mas na realidade, nem é preciso ir tão longe para se notar o poder que as imagens hoje possuem em nossas vidas. Quanta gente não tira fotos em viagens pensando em publicá-las no Orkut para estas serem vistas pelos amigos? Quanta gente não deixa de ler um relato em algum blog só por ele não ter imagens que o ilustre? Segundo o filósofo Vilém Flusser, isso tem nome. É a sociedade visual, na qual se dá mais valor às imagens do que às próprias palavras. Uma sociedade que, acima de tudo, se relaciona por imagens.

Neste contexto, as imagens são tidas como concretas, refletem a realidade. E o homem, segundo Flusser, deixa de ver, pensar, em função delas. Isto é, na visão do filósofo, nossa capacidade crítica acaba sendo deixada de lado, uma vez que acreditamos naquilo tudo que vemos na nossa frente. De certa forma, isso significa então que a câmera, o celular que você esqueceu de levar quando encontrou Justin Bieber, é o que realmente detém a verdade, a cena real, e não o próprio ser-humano por outros meios, como a escrita, por exemplo.

Numa comparação muito interessante, Flusser chega a afirmar que temos algo em comum com a pré-história. Nas duas épocas, a escrita era praticamente nula. E não é que hoje, mais do que nunca, levamos a sério aquele ditado que já dizia que “uma imagem vale mais do que mil palavras”?

A questão é: será que com a invenção de tantos aparatos tecnológicos, com a possibilidade de termos, com um toque do dedo, acesso a imagens e informações de tantos lugares, não estamos esquecendo de algo tão simples que é o pensar, racionalizar? Se sua amiga disesse que encontrou Lady Gaga na sorveteria, você questionaria antes o fato de ela não ter uma imagem que prove o ocorrido, ou o fato de que seria um tanto difícil ver Lady Gaga tomando sorvete numa cidade do interior? É algo a se pensar…

domingo, 13 de junho de 2010

Alguns achados

As férias da faculdade estão finalmente chegando. Mas, enquanto isso não acontece e eu ainda perco meu tempo me preocupando com notas de provas e trabalhos, vou colocar aqui umas imagens lindas que eu vi no tumblr esses dias. Porque às vezes imagens falam muito mais do que mil palavras, né.












(minha querida Vancouver que eu morro de saudades!)

p.s. - Não consegui colocar os créditos em cada uma, e só o blogger sabe por que. Vou continuar tentando, mas para quem quiser saber de onde peguei essas imagens, vai lá no tumblr que todas estão devidamente creditadas.